Já temos o que importa: marca definida, influencers, públicos mapeados e campanhas que sabemos que funcionam. Estes sete agentes partem dessa base e executam cada etapa da produção dentro do nosso padrão — mesma identidade, mesmo método. Não substituem a nossa experiência; deixam ela render em mais variações, sem perder consistência.
Sete agentes, cada um responsável por uma etapa da produção. Não inventam a marca nem o método — executam dentro do padrão que já definimos. Cada um tem uma entrada, um processo e uma entrega.
Analisa a marca em três camadas — identidade visual, verbal e de uso — e sintetiza tudo em um DNA.md. Esse arquivo é lido automaticamente pelas outras skills antes de criar qualquer peça. Sem ele, cada campanha inventa uma estética. Com ele, tudo pertence à mesma família visual. É o briefing de marca que você já faria com qualquer designer — registrado uma vez e reutilizado em tudo.
Gera imagens a partir de uma descrição de cena — produto, ambiente, luz, enquadramento. Em vez de um pedido solto, funciona como um briefing de fotografia: você diz a intenção e ele devolve uma série de quatro imagens com funções diferentes — abertura, detalhe, contexto e uma versão pensada para anúncio. O ponto de partida pode ser uma referência sua, e o resultado segue o que está no DNA da marca.
Trabalha imagem e vídeo na mesma linha. Primeiro gera os frames da cena e espera a sua aprovação — só depois anima o frame que você validou. A ordem é proposital: o vídeo nasce do enquadramento que já passou pelo seu crivo, em vez de surpreender no final. É a diferença entre aprovar o storyboard antes de gravar e descobrir o problema na edição.
Parte de um tema e faz o trabalho editorial antes de desenhar: pesquisa o contexto atual, encontra o ângulo e organiza a narrativa em nove slides — abertura, desenvolvimento e fechamento. A capa define o estilo e os outros slides seguem, para o carrossel ler como uma peça só. Entrega os slides e a legenda já alinhada ao tom da marca.
Pega uma arte já aprovada e adapta para cada canal sem refazer o design. O mesmo visual vira post de Feed, três Stories em sequência e uma versão para LinkedIn — cada um no formato certo, com a legenda reescrita para o canal e não copiada. Resolve a parte mecânica do desdobramento, que normalmente toma tempo e onde a identidade costuma escorregar.
Antes de animar qualquer coisa, escreve a decupagem — o plano do vídeo cena a cena, com tempo, movimento de câmera e texto. Você aprova esse plano e só então ele vira código e renderiza o MP4. É o roteiro técnico que você normalmente passaria para um motion designer, escrito e aprovado antes da produção começar.
Coordena dez papéis — pesquisa, conceito, copy, direção de arte, produção e distribuição — na ordem em que uma campanha realmente acontece. Entre as etapas há pontos de aprovação: nada avança sem o seu aval. É a estrutura de uma campanha completa, com os checkpoints no lugar certo, para quando o trabalho é grande demais para uma skill só.
Na Liberta, cada campanha tem a sua particularidade. A Calculadora de Dividendos tem uma ferramenta interativa como isca. A Invista em Bitcoin pode ter uma masterclass. A Campanha Wealth tem ebook e tom mais editorial. Cada uma com seu gancho, seu rosto, seu público.
O que não muda é a base: cada campanha precisa de uma direção visual e de linguagem — paleta, tipografia, tom de voz, o que a marca diz e o que ela nunca diria. É isso que o /dna registra.
Depois de pronto, o DNA.md é lido pelas outras skills antes de qualquer peça. Sem ele, cada skill chuta a própria estética e o material sai parecendo de campanhas diferentes. Com ele, o carrossel, o Reel, o anúncio e o post de LinkedIn falam a mesma língua — mesmo feitos em dias diferentes.
É o mesmo briefing de marca que a gente já faz no começo de qualquer projeto. A diferença é que aqui ele fica registrado e passa a valer para tudo que vem depois.
Vale a pena separar entre as duas marcas. Liberta Investimentos pede um registro mais direto, técnico, de autoridade acessível. Liberta Wealth pede o oposto: sereno, editorial, sem urgência — o tom de quem fala de patrimônio e sucessão, não de abrir conta.
O DNA segura essa distinção. Cada rosto também entra com seu território: Stormer em renda variável e trading, Ulrich em macro e Wealth, Ruschel em proteção patrimonial. O agente não decide isso — ele registra o que já sabemos e garante que ninguém saia da linha no meio da produção.
Na prática, é a parte do trabalho que normalmente vive espalhada em referências, prints e memória do time. O /dna junta tudo num arquivo só.
Dez situações do nosso fluxo de aquisição e a ordem dos agentes em cada uma. Toda receita é um processo com etapas e pontos de validação — não um botão.
Do mote do chefe ao primeiro rascunho de tudo — conceito, naming, ângulos, anúncios, landing e e-mails. O copy do time recebe um ponto de partida em vez de uma página em branco. Continua passando pela revisão e pela aprovação de sempre; muda só de onde a produção parte.
Com um ângulo aprovado, monta as variações de copy e visual para Meta, Google e YouTube. Mantém o conceito combinado que a gente já usa: o ângulo do anúncio espelha a headline da landing, para o teste medir a mensagem e não o ruído.
Copy bloco a bloco, no formato que você monta no Elementor — texto e instrução de visual por seção. Quando a campanha é de reunião, inclui o funil dual de obrigado (cliente-exclusive e cliente-digital) que a gente já usa.
A sequência que recebe o lead depois do cadastro, da entrega da isca até o convite para reunião. O tom muda por marca e por rosto: direto no Investimentos com Stormer, mais editorial no Wealth com Ulrich.
Sai de um tema ou de uma notícia e devolve um carrossel editorial pronto para o orgânico. O agente faz a pesquisa e o enquadramento; você entra para validar o ângulo e a chamada.
O vídeo curto de 15s da campanha — gancho, ideia central e chamada. O frame é aprovado antes de virar movimento, e o agente reaproveita os assets que já estão na pasta da campanha.
Olha os dados do Dashboard de Meta Ads e transforma o que está performando em pauta de produção para a semana seguinte. É o passo que conecta o resultado de volta ao criativo, em vez de produzir no escuro.
As variações visuais que o gestor sobe para testar — quatro recortes da mesma campanha: abertura, detalhe, contexto e versão com headline. A que melhor performar pode virar o frame do vídeo de 5s.
A isca de topo de funil que costuma trazer o lead mais barato da operação. Serve principalmente para segmentar quem entra antes de mandar para o funil certo — separar o perfil Trader do perfil Wealth, o digital do premium.
O pacote de orgânico da semana — hero, Reel, carrossel e desdobramentos — partindo do que o Dashboard mostrou que funcionou. A pauta não é chute: vem do que já está performando no pago.
A campanha que está rodando agora: cartão Liberta XP, captação de investidores com patrimônio acima de R$1M. Cinco fases, do conceito à leitura dos dados.
O briefing — Copa 2026, captação R$1M+, conta Liberta XP — passa pela ordem do time: pesquisa, conceito, ângulos e roteiro, cada etapa com aprovação.
O ângulo: na Copa, o mercado fica emocional e a maioria age no impulso. Quem tem patrimônio se posiciona antes. A campanha conversa com quem se vê do segundo grupo.
Gancho de abertura: "Tem uma coisa que os investidores com mais de R$1M fazem antes da Copa que ninguém comenta."
Quatro recortes do cartão Liberta: abertura com torcida desfocada e cartão em foco, detalhe de material, contexto de uso e a versão com a headline do ângulo escolhido.
Investidor em casa com o jogo ao fundo, mãos no celular com o app aberto, reunião discreta com assessor. Cenas que conversam com o Carlos de 40 a 55 da Liberta Investimentos.
Com o frame validado, um vídeo de 5s com a câmera passando devagar sobre o cartão. Pronto para reels e stories de Meta.
O Reel principal em 15s: gancho sobre a torcida (6s), o dado de mercado com o cartão (5s) e o fechamento com a chamada (4s). A decupagem é aprovada antes de virar render.
Os assets já estão na pasta: imagens da campanha, logo Liberta XP e foto do cartão — a pasta liberta-copa-2026 já está montada.
O anúncio aprovado vira post de Feed, três Stories em sequência (gancho, conteúdo, chamada) e uma versão de LinkedIn com texto mais editorial. Cada canal com a legenda reescrita.
"O que investidores de R$1M fazem diferente na Copa" — 9 slides com o dado de comportamento, a leitura e o convite para falar com um assessor.
Com a campanha no ar, o Dashboard mostra qual ângulo está puxando o resultado — CTR, CPM e custo por resultado por anúncio. O que vence vira a base da próxima variação ou do próximo carrossel. O ciclo recomeça com dado, não com palpite.
O que separa produção consistente de peças soltas. São hábitos de processo, não atalhos — e é o que faz os agentes valerem a pena.